segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Questão do final de semana

D.João VIII




Filho de D. Maria I e de D. Pedro III, casou em 1785 com D. Carlota Joaquina, Infanta de Espanha, filha de Carlos IV e de Maria Luísa de Parma.
A partir de 1792, assegurou a direcção dos negócios públicos, devido à doença mental da mãe, primeiro em nome da rainha, a partir de 1799, em nome próprio com o título de Príncipe Regente, sendo aclamado rei em 1816. O seu reinado decorre numa época de profundas mutações à escala mundial e à escala nacional: Revolução Francesa e a consequente guerra europeia, Bloqueio Continental, campanha do Rossilhão, guerra com a Espanha e a perda de Olivença, invasões francesas, fuga da corte para o Brasil onde permaneceu durante 14 anos, revolução liberal e a independência do Brasil. Foi a derrocada de um mundo e o nascimento de outro, mudança que D. João VI não quis ou não soube compreender. 
Fugindo para o Brasil perante a invasão de Junot, o monarca terá querido manter a colónia brasileira em poder de Portugal. Isto significou, no entanto, a dependência em relação à Inglaterra, com a imposição da abertura dos Portos brasileiros ao comércio internacional e com o tratado anglo-luso de 1810, desastroso para a economia metropolitana. Além disso, a presença da corte no Brasil impulsionou a independência deste país, o que se veio a verificar em 1822.  
Em 1821 o rei é forçado a regressar a Portugal, devido ao triunfo da revolução de 1820 e, em 1822, jura a constituição, que vigoraria apenas durante alguns meses. Seguem-se a Vila-Francada em 1823 e a Abrilada em 1824, movimentos absolutistas encabeçados por D. Miguel.
Vencido e expatriado D. Miguel, D. João VI consagra os últimos anos do seu reinado a tentar resolver o problema brasileiroe, por altura da sua morte, em 1826, sonhava ainda com a reunião dos dois países na pessoa de um só soberano, sem se aperceber que o Brasil teria de seguir o seu destino americano e Portugal o seu destino europeu.
Filho de D. Maria I e de D. Pedro III, casou em 1785 com D. Carlota Joaquina, Infanta de Espanha, filha de Carlos IV e de Maria Luísa de Parma.
A partir de 1792, assegurou a direcção dos negócios públicos, devido à doença mental da mãe, primeiro em nome da rainha, a partir de 1799, em nome próprio com o título de Príncipe Regente, sendo aclamado rei em 1816. O seu reinado decorre numa época de profundas mutações à escala mundial e à escala nacional: Revolução Francesa e a consequente guerra europeia, Bloqueio Continental, campanha do Rossilhão, guerra com a Espanha e a perda de Olivença, invasões francesas, fuga da corte para o Brasil onde permaneceu durante 14 anos, revolução liberal e a independência do Brasil. Foi a derrocada de um mundo e o nascimento de outro, mudança que D. João VI não quis ou não soube compreender. 
Fugindo para o Brasil perante a invasão de Junot, o monarca terá querido manter a colónia brasileira em poder de Portugal. Isto significou, no entanto, a dependência em relação à Inglaterra, com a imposição da abertura dos Portos brasileiros ao comércio internacional e com o tratado anglo-luso de 1810, desastroso para a economia metropolitana. Além disso, a presença da corte no Brasil impulsionou a independência deste país, o que se veio a verificar em 1822.  
Em 1821 o rei é forçado a regressar a Portugal, devido ao triunfo da revolução de 1820 e, em 1822, jura a constituição, que vigoraria apenas durante alguns meses. Seguem-se a Vila-Francada em 1823 e a Abrilada em 1824, movimentos absolutistas encabeçados por D. Miguel.
Vencido e expatriado D. Miguel, D. João VI consagra os últimos anos do seu reinado a tentar resolver o problema brasileiroe, por altura da sua morte, em 1826, sonhava ainda com a reunião dos dois países na pessoa de um só soberano, sem se aperceber que o Brasil teria de seguir o seu destino americano e Portugal o seu destino europeu.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Relatório do Telefone de Latinha



1) Objetivo do Trabalho:

Construir um telefone de lata que transmita ondas sonoras;
- Aprender os conceitos físicos utilizados no experimento;
- Cumprir a prova mínima de passar 20 palavras em 1 minuto.

2) Descrever os Materiais Utilizados na construção do Telefone. (Todos os Materiais)

- 1 copo de plástico;
- 1 Tubo de formatura;
- 10 m de barbante
- Corante Preto
- Saco plástico
- Fita métrica
- Tesoura

3) Descreva em 7 passos a construção do telefone.

1)  Separar todos os matérias utilizados na construção do telefone de latinha;

2) Após separar todos os materiais, pegue os copos que serão utilizados como telefones, no caso: 1 Copo Plástico e 1 Tubo de Formatura.


3) Marcar no fundo de cada copo o lugar aonde será amarrado o barbante, fazendo a ligação;

4) Furar no fundo de cada copo um buraco, na qual será necessário para encaixar o barbante;

5) Medir com uma fita métrica o barbante, cerca de 10 metros;

6) Pegar o barbante de 10 metros e amarre no fundo de cada copo que serão utilizados como telefone;

7)  Depois de amarrar o barbante em cada copo, o telefone já está pronto para uso.

4) Desenhe o Telefone com as duas pessoas e indique os fenômenos ondulatórios que ocorrem. Classifique de forma completa a onda existente.




Mecânica - necessita de um meio material para se propagar;

Unidimensional - se propaga em apenas uma direção;
Longitudinal - ondas causadas por vibrações com mesma direção da propagação


Interferência:

Considere dois pulsos deslocando-se em direções opostas numa corda. Caso estes dois pulsos se interceptem num determinado momento, pode ocorrer interferência construtiva ou destrutiva, de acordo com a forma inicial dos pulsos. Se os dois pulsos estão do mesmo lado da corda, ocorre interferência construtiva e as amplitudes dos pulsos serão somadas. Caso contrário, acontece no momento do encontro a interferência destrutiva e as amplitudes dos dois pulsos serão subtraídas






Difração:


Fenômeno em que uma onda sonora pode ultrapassar obstáculos.
Quando se coloca um obstáculo entre uma fonte sonora e o ouvido, por exemplo, o som é enfraquecido, porém não extinto. Logo, as ondas sonoras não se propagam somente em linha reta, mas sofrem desvios nas extremidades dos obstáculos que encontram.




Dispersão:


É um fenômeno que acontece quando uma onda entra num meio onde a velocidade de propagação é diferente para cada uma de suas componentes. Conseqüentemente a forma da função de onda inicial muda, sendo que sua forma é uma função do tempo.





2ª Parte

5) Quantos projetos foram feitos antes do definitivo: (Faça um histórico dos mesmos) (No caso de ser a primeiro e único, Justifique o porquê de não ter tentado uma evolução no projeto)

Foram criados três projetos.

No primeiro projeto foram utilizados copos de isopor, com fios de plásticos. Não funcionou da maneira que esperávamos, por isso no dia do teste não conseguimos passar muitas palavras.

No segundo projeto foram utilizados copos plásticos um maior que o outro, sendo um utilizado para falar e o outro utilizado para ouvir, usando com fio de barbante vermelho.

No terceiro projeto foi utilizada ao invés de dois copos plásticos, a troca de um deste para um Tubo de Formatura, aonde vem o diploma. Sendo usado para ouvir e o copo plástico para falar.

6) Crie uma lista de problemas ocorridos no telefone e a solução que o grupo utilizou para o mesmo (Faça em forma de tabela com duas colunas).



Problemas:
Soluções:
Dificuldade em ouvir palavras no telefone
Trocamos o telefone por outro suporte, no caso, o Tubo de Formatura, melhorando muito.




3ª Parte (na escola)

7)  Para o telefone determine algumas grandezas físicas.

Massa da cordinha

Comprimento
Densidade linear
Dimensão da abertura da latinha

3


10

0,3 g/m

10 cm
Comprimento de onda da voz do aluno escolhido
Freqüência
do som emitido pelo aluno
Velocidade
do som na cordinha
Número de palavras por minuto

1,31 m


300 Mhz

1,56 m/s

25










8) Faça 9 testes com o telefone, e anote na tabela observações pertinentes:



9) Utilize este espaço para outros comentários de resultados do item anterior:

Podemos concluir que o melhor fio utilizado na transmissão é o barbante, transmitindo melhores informações de um lado para outro, levando em consideração a distância de cada telefone, o comprimento de cada fio, que quanto mais perto, melhor é a qualidade do som.


4ª Parte (na escola)


10) Utilize o espaço para colocar as contas do item 7.

Densidade Linear

m = m/l  
m=  3/10 
m= 0,3 g/m

Velocidade do som na cordinha:

Δv = Δs = 1,56 = 1,56 m/s
        Δt      1


Comprimento da onda da voz do aluno

v = λ.f
λ = v / f
λ = 340 / 125
λ = 1,31 m

11) Faça uma descrição longa utilizando conceitos de acústica para descrever o projeto.

No projeto, são utilizados três fatores de acústicas, são eles:

Timbre:
É a característica sonora que permite distinguir sons de mesma freqüência e mesma intensidade, desde que as ondas sonoras correspondentes a esses sons sejam diferentes. Por exemplo: Dois aparelhos musicais, violão e violino, por exemplo, podem emitir sons com a mesma freqüência, mas com timbres diferentes, pois as ondas sonoras possuem formas diferentes.

Referência:

Altura:
É uma característica do som que nos permite classificá-lo em grave ou agudo. Geralmente os homens têm voz mais grave e as mulheres voz aguda, ou seja, voz grossa e fina, respectivamente.

Referência:


Intensidade:
A intensidade sonora é provocada pela pressão que a onda de som causa sobre o ouvido ou sobre qualquer outro instrumento de medição da intensidade sonora. É a qualidade de energia transportada pelo som e que permite classificar o som em fraco ou forte. 



12) Conclusão Final:

Concluímos todos nossos objetivos em:

- Construir um telefone de lata que transmita ondas sonoras;
-Aprender os conceitos físicos utilizados no experimento;
-Cumprir a prova mínima de passar 20 palavras em 1 minuto.

No decorrer de cada item no relatório vimos que  o telefone de latinha tem várias maneiras de se melhoras, como é o caso do uso de matérias corretos, como também tem várias maneiras de se piorar, não tendo um bom aperfeiçoamento no projeto, dificultando a transmissão de som.